Tempo

terça-feira, 8 de maio de 2012

Possibilidades com Amazon

Historicamente, a formação de parte significativa dos profissionais de TI sempre beirou a informalidade. Hoje  experiência, certificação e diploma são as características exigidas por executivos de empresas de TI, CEOs e diretores de RH. Apenas a certificação não é garantia que o profissional vai conseguir a vaga desejada mas o conjunto pode colocar o profissional de TI(podemos incluir o licenciado em computação) no topo dos currículos.
A reclamação sobre o fato de os cursos de graduação não estarem estruturados para acompanhar a velocidade que a área de TI exige é comum. Independentemente das falhas dos cursos de graduação em tecnologia, eles ainda são passaportes obrigatórios para bons empregos em grandes companhias. Já as certificações podem produzir efeitos positivos tanto para quem tem graduação como  para quem não tem curso superior, mas quer entrar no mercado de trabalho em empresas menores.
Conforme mostrado na palestra sobre as possíveis oportunidades de carreira para formandos em licenciatura em computação, nos chamou muito a atenção sobre a possibilidade de fazermos um possível curso formador em uma área e posteriormente usarmos nossa experiência em docência para nos tornar um futuro instrutor em uma empresa privada.
Como sabemos, de certo, que o curso de licenciatura em computação é uma porta grande de possibilidades de carreira para qualquer profissional da área de tecnologia e educação e falando sobre carreira temos que visualizar sempre que a qualificação é uma forma de investimento e a pesquisa uma ferramenta para percebermos a mudança de mercado e alcançarmos nossa oportunidade quando vier.
Para o licenciado de computação há muitas oportunidades além da sala de aula, mas é necessário investimento. A concorrência é grande e apenas os melhores conseguem “um lugar ao sol”.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Entrevista sobre EAD

Cristina Thomaz de Ross (Nível superior em Tecnologia em Processamento de dados, pós em Tecnologia da Educação, pós em Articulação Inter-setorial, pós em Gestão de Organizações do Terceiro Setor)


Em uma entrevista concedida por Cristina Thomaz de Ross foi possível visualizar melhor a prática de educação a distância. A seguir segue alguns trechos e reflexões sobre a entrevista.
Algo que atrai alunos e professores para EAD é a possibilidade de flexibilização do horário, são vantagens para ambos os lados e segundo Cristina Thomaz: "Sem jornada fixa, atual de forma a atender as demandas das escolas de informática e cidadania que pertencem ao projeto do comitê."
As perspectivas teóricas e pedagógicas não são diferentes de professores que atuam no ensino presencial, apenas complementares pois segundo Cristina Thomaz: "Utilizamos um mesclados de paradigmas educacionais mais centrado no construtivismo porém, com uma forte abordagem comportamental, o debate teórico de Vygotsky e Piaget iluminam nossas ações dentro da abordagem prática de Paulo Freire, percebendo a tecnologia como meio e construindo a aprendizagem a partir da realidade de cada pessoa."
Para finalizar, as perspectivas e mudanças que você espera para a profissão de professor (presencial e a distância): "Um pais só se desenvolve através da educação que seu povo tem e possa sempre desenvolver, olhar o educador como peça fundamental nesse contexto e valorizá-lo de todas as formas torna-se necessário para alcançar os objetivos de uma nação. Espero um dia que nosso pais perceba o educador dessa forma."


terça-feira, 17 de abril de 2012

"Copiar não é roubar"

O vídeo “copiar não é roubar” faz uma alusão aos diretitos autorais pelo fato de não permitir “copiar” o trabalho de alguém porque pode arrancar o trabalho e deixá-lo sem. Pelo contrário o vídeo nos mostra que copiar não é tirar, mas duplicar algo. Quando copiamos algum material que nos interessa temos a chance de pegar o material e trabalhar a fim de gerar melhorias para muitos e multiplicar conhecimentos.Dois projetos de lei em tramitação no Congresso norte-americano têm provocado reações e críticas de grandes empresas de tecnologia (como Google e Facebook), além de setores da comunidade técnica, academia e sociedade civil.
O Stop Online Piracy Act (SOPA) (em tradução livre, Lei de Combate à Pirataria Online) é um projeto de lei da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos que amplia os meios legais para que detentores de direitos aurorais possam combater o tráfico online de propriedade protegida e de artigos falsificados. O objetivo geral é proteger o mercado de propriedade intelectual, impedindo que mais pessoas percam seus empregos por causa da pirataria. Já o Preventing Real Online Threats to Economic Creativity and Theft of Intellectual Property Act of 2011 (Ato de Prevenção Contra Roubos e Ameaças Virtuais à Propriedade iItelectual) é uma lei proposta nos Estados Unidos para combater sites relacionados à pirataria.
Em resposta à esse projetos o Diretor do Creative Commons no Brasil e professor da FGV fala sobre os projetos estadunidenses falou sobre os possíveis efeitos da aprovação do SOPA:
"Caros Amigos - Caso o SOPA venha a ser aprovado, qual será seu impacto no livre compartilhamento e na difusão de cultura digital? O creative commons pode ser afetado com o ato? 
Ronaldo Lemos - O SOPA altera por completo a relação da internet com a lei. Nos últimos 15 anos houve uma explosão de inovação e novos serviços, do Youtube ao Facebook. Isso foi possível porque a lei dos EUA dava a segurança e proteção necessária ao empreendedor. Se o SOPA for aprovado, a inovação sai penalizada: qualquer nova iniciativa na rede vai precisar da autorização permanente da indústria pré-internet, especialmente de Hollywood e das gravadoras, hoje os maiores defensores do SOPA. E nesse sentido, o SOPA não traz nenhum benefício ao usuário, apenas à indústria. Ao contrário, ele reduz a competição na internet e vai reduzir a oferta de novos serviços. Ele também é prejudicial para países como o Brasil, que são justamente o alvo do projeto: empreendedores brasileiros que criarem um novo site voltado para o mercado global podem ser penalizados pelos EUA e terem seu site removido do ar sem aviso prévio. O SOPA cria um novo tipo de barreira comercial, voltada para a internet, discriminando sites localizados fora dos EUA. O CC não é afetado diretamente, mas muitos projetos que não usam o CC podem sofrer sanções."(texto extraído do site http://carosamigos.terra.com.br/index2/index.php/noticias/2426-sopa-e-pipa-o-imperio-contra-ataca)