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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Entrevista sobre EAD

Cristina Thomaz de Ross (Nível superior em Tecnologia em Processamento de dados, pós em Tecnologia da Educação, pós em Articulação Inter-setorial, pós em Gestão de Organizações do Terceiro Setor)


Em uma entrevista concedida por Cristina Thomaz de Ross foi possível visualizar melhor a prática de educação a distância. A seguir segue alguns trechos e reflexões sobre a entrevista.
Algo que atrai alunos e professores para EAD é a possibilidade de flexibilização do horário, são vantagens para ambos os lados e segundo Cristina Thomaz: "Sem jornada fixa, atual de forma a atender as demandas das escolas de informática e cidadania que pertencem ao projeto do comitê."
As perspectivas teóricas e pedagógicas não são diferentes de professores que atuam no ensino presencial, apenas complementares pois segundo Cristina Thomaz: "Utilizamos um mesclados de paradigmas educacionais mais centrado no construtivismo porém, com uma forte abordagem comportamental, o debate teórico de Vygotsky e Piaget iluminam nossas ações dentro da abordagem prática de Paulo Freire, percebendo a tecnologia como meio e construindo a aprendizagem a partir da realidade de cada pessoa."
Para finalizar, as perspectivas e mudanças que você espera para a profissão de professor (presencial e a distância): "Um pais só se desenvolve através da educação que seu povo tem e possa sempre desenvolver, olhar o educador como peça fundamental nesse contexto e valorizá-lo de todas as formas torna-se necessário para alcançar os objetivos de uma nação. Espero um dia que nosso pais perceba o educador dessa forma."


terça-feira, 17 de abril de 2012

"Copiar não é roubar"

O vídeo “copiar não é roubar” faz uma alusão aos diretitos autorais pelo fato de não permitir “copiar” o trabalho de alguém porque pode arrancar o trabalho e deixá-lo sem. Pelo contrário o vídeo nos mostra que copiar não é tirar, mas duplicar algo. Quando copiamos algum material que nos interessa temos a chance de pegar o material e trabalhar a fim de gerar melhorias para muitos e multiplicar conhecimentos.Dois projetos de lei em tramitação no Congresso norte-americano têm provocado reações e críticas de grandes empresas de tecnologia (como Google e Facebook), além de setores da comunidade técnica, academia e sociedade civil.
O Stop Online Piracy Act (SOPA) (em tradução livre, Lei de Combate à Pirataria Online) é um projeto de lei da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos que amplia os meios legais para que detentores de direitos aurorais possam combater o tráfico online de propriedade protegida e de artigos falsificados. O objetivo geral é proteger o mercado de propriedade intelectual, impedindo que mais pessoas percam seus empregos por causa da pirataria. Já o Preventing Real Online Threats to Economic Creativity and Theft of Intellectual Property Act of 2011 (Ato de Prevenção Contra Roubos e Ameaças Virtuais à Propriedade iItelectual) é uma lei proposta nos Estados Unidos para combater sites relacionados à pirataria.
Em resposta à esse projetos o Diretor do Creative Commons no Brasil e professor da FGV fala sobre os projetos estadunidenses falou sobre os possíveis efeitos da aprovação do SOPA:
"Caros Amigos - Caso o SOPA venha a ser aprovado, qual será seu impacto no livre compartilhamento e na difusão de cultura digital? O creative commons pode ser afetado com o ato? 
Ronaldo Lemos - O SOPA altera por completo a relação da internet com a lei. Nos últimos 15 anos houve uma explosão de inovação e novos serviços, do Youtube ao Facebook. Isso foi possível porque a lei dos EUA dava a segurança e proteção necessária ao empreendedor. Se o SOPA for aprovado, a inovação sai penalizada: qualquer nova iniciativa na rede vai precisar da autorização permanente da indústria pré-internet, especialmente de Hollywood e das gravadoras, hoje os maiores defensores do SOPA. E nesse sentido, o SOPA não traz nenhum benefício ao usuário, apenas à indústria. Ao contrário, ele reduz a competição na internet e vai reduzir a oferta de novos serviços. Ele também é prejudicial para países como o Brasil, que são justamente o alvo do projeto: empreendedores brasileiros que criarem um novo site voltado para o mercado global podem ser penalizados pelos EUA e terem seu site removido do ar sem aviso prévio. O SOPA cria um novo tipo de barreira comercial, voltada para a internet, discriminando sites localizados fora dos EUA. O CC não é afetado diretamente, mas muitos projetos que não usam o CC podem sofrer sanções."(texto extraído do site http://carosamigos.terra.com.br/index2/index.php/noticias/2426-sopa-e-pipa-o-imperio-contra-ataca)